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3 de Agosto de 2010

 

Exposição temporária desvenda descoberta de paleontólogos portugueses do Museu da Lourinhã:
A maior jazida de pegadas de répteis voadores do Jurássico

 

A recente descoberta de uma importante jazida com pegadas de pterosaurus, levada a cabo por investigadores do Museu da Lourinhã, motiva uma inédita exposição temporária que estará patente ao público a partir do próximo dia 6 de Agosto.

A importância deste achado, mediante a sua caracterização preliminar, justifica a respectiva divulgação pública, antes mesmo de se passar à fase de elaboração científica mais profunda.

Contendo mais de 100 pegadas de pterossauro, trata-se da maior jazida conhecida, a nível mundial, datada do Jurássico. Acresce que a dimensão de algumas pegadas indicia a existência de animais de porte invulgarmente grande para a época.

Frequentemente confundidos com os dinossauros, os répteis voadores apenas com eles partilharam o tempo da sua existência - a era Mesozóica. De facto os pterossauros não estão na origem das aves, nem são aparentados com outras espécies voadoras.

A par das placas de pegadas agora patentes, a exposição temporária contará com réplicas de Rhamphorhynchus, bem como ossos e dentes fossilizados deste réptil voador. Para além destas peças, pertencentes ao acervo do Museu da Lourinhã, o visitante pode também observar outros fósseis, da mesma temática, provenientes de Angola, temporariamente disponíveis enquanto aqui estão a ser estudados no âmbito de um projecto científico internacional.


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